Resenha| 5ª temporada de Lúcifer – O começo do fim

A quinta temporada de Lúcifer já se encontra disponível na Netflix. Pelo trailer, já criamos expectativas sobre o novo antagonista, o Arcanjo Miguel, que é gêmeo idêntico de Lúcifer. Cheio de ciúmes e inveja do irmão, que retornou para o Inferno de maneira espontânea após os acontecimentos da quarta temporada envolvendo o bebê Charlie, Miguel vem para usurpar o lugar de Luci.

Reprodução: Netflix

Porém esse personagem acaba não sendo um dos principais núcleos dessa nova parte, como foi com Caim, o vilão da terceira temporada. Os oito episódios estão mais envoltos no relacionamento de Lúcifer com Chloe, em como ela lida com os acontecimentos sobrenaturais do seu passado e Lúcifer com uma paixão, se expondo e estando mais vulnerável do que nunca.

A trama não perde o humor ácido e conta com participações, como a de Sharon Osbourne, trazendo referências divertidas. Um episódio preto e branco traz um flashback de Lúcifer sobre Lilith, a mãe de Maze, que acaba quebrando a sequência, mas importante para entender o emocional de Maze após o sumiço de Eva.

Reprodução: Netflix

Talvez pelas gravações da série não terem sido finalizadas devido à pandemia, em ter mais episódios para serem lançados, por já estar massivo alguns pontos do relacionamento de Lúcifer com Chloe, por não ter investido na complexidade de Miguel e da saída de Lúcifer do Inferno, essa temporada não parece tão instigante e envolvente como as outras primeiras.

Apesar disso, vale a pena cada episódio, com um final digno e envolvente, que faz querer reprisar todos os capítulos, te fazendo esperar pela conclusão, que, infelizmente não temos previsão. Afinal, é só o começo da última temporada.